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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

O lado não tão bom de Ídolos


Após tanto elogiar a edição 2008 do programa “Ídolos”- exibida pela Record, não como deixar de comparar a primeira fase com a última fase do reality musical. O programa já não é mais o mesmo, e vem lembrando bastante aquele que era produzido pelo SBT, os candidatos tem em média 1minuto e 30, para se apresentar, o que é uma pena, já que muito pouco para os telespectadores escolherem os seus favoritos.
Outro ponto negativo é o destaque que a emissora vem dando a alguns candidatos, por exemplo, o baiano Rafael Barreto. Em toda aparição do jovem fazem questão de dizer que o mesmo passou por problemas graves de saúde. Totalmente desnecessário, para um candidato que poderia vencer tranquilamente por sua afinação e gosto musical.
O grande X da questão do reality é a escolha do grane vencedor, já que diferente de outros países que são produzidos Ídolos o brasileiro não leva em conta fatores determinantes para o título. Talvez seja por isso, nenhum vencedor das edições anteriores não são sucessos de público e mídia como acontece nos Estados Unidos, por exemplo, que já revelou grandes nomes do pop internacional. Talvez seja a hora de mudar a escolha do grande vencedor, quem sabe sendo selecionado pelos próprios jurados. Assim como, aconteceu no programa Pop Star do SBT, onde o jure selecionou as cinco meninas do extinto grupo “Rouge” principal fenômeno até então, da década.

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